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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Estudo Mostra como Seria o Dia Perfeito para as Mulheres

Com a pressão do trabalho, filhos e casa, a maioria das mulheres deve imaginar que um dia perfeito envolve muitas horas relaxando em um spa. Mas, de acordo com um novo estudo, essa concepção pode estar equivocada. Elas querem, sim, fazer muitas coisas ao mesmo tempo, mas também desejam conseguir dedicar mais tempo a prazeres, como ficar mais com o parceiro ou com os amigos. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Os pesquisadores questionaram 900 mulheres, com idade média de 38 anos, sobre o que fazem todos os dias e como se sentem sobre isso. As respostas foram analisadas e, a partir delas, os estudiosos chegaram à uma rotina diária perfeita. Depois de oito horas de sono ininterrupto, o próximo tópico da lista foi o que os pesquisadores chamaram de “relações íntimas”, com 106 minutos, seguido do tempo gasto com o computador, cerca de 98 minutos, e socialização, 82 minutos. O dia ainda foi dividido em 78 minutos de relaxamento, 56 para as compras e 57 falando ao telefone.
O estudo concluiu que a variedade é uma característica importante no dia a dia feminino – o que pode explicar o porquê da lista também incluir atividades como 69 minutos de malhação. A pesquisa incluiu 16 diferentes atividades, sendo que cada uma levava de 33 a 106 minutos. Mas, se as mulheres pudessem ser totalmente hedonistas, elas, então, gastariam 619 minutos com seus parceiros, 103 socializando e 74 relaxando. Elas não gastariam muito tempo trabalhando, apenas 36 minutos, e dedicariam apenas dois minutos para os afazeres domésticos e mais dois para as crianças.
Os pesquisadores concluíram que, na opinião das mulheres, o bem-estar maior tem a ver com gastar um pouco mais de tempo com os amigos, muito mais tempo com os familiares e um tempo muito menor com o chefe e colegas de trabalho ou se locomovendo. No entanto, eles observam que certas atividades parecem atraentes porque só são feitas raramente. “A escassez pode explicar porque gostamos mais das relações íntimas do que do trabalho”, disse um dos profissionais envolvidos no levantamento.
Fonte: Terra
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